segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

VENDAS FRACIONADAS

Recebi um e-mail que trazia a seguinte informação:


Outro dia, entrei num supermercado para comprar oréganoe adquiri uma embalagem (saquinho) do produto, contendo3 g, ao preço de R$ 1,99. Normalmente esse tipo de produto é vendido nos supermercados em embalagens que variam de 3 g a 10 g . Cheguei em casa e resolvi fazer os cálculos e constatei que estava pagando R$ 663,33 pelo kgdo produto. Será que uma especiaria vale tudo isso ? Agora, com mais este exemplo abaixo de produtos vendidos em pequenas porções, fico com a sensação que as indústrias se utilizam "espertamente" desse procedimento para desorientar o consumidor, que perde totalmente a percepção real do valor que está pagando pelos produtos. Acho que todos os fabricantes e comerciantes, deveriam ser obrigados por lei (mais uma?) a estamparem em locais visíveis, os valores em kg, em metro, em litro e etc. de todas e quaisquer mercadorias com embalagens inferiores aos seus padrões de referências. Entendo que todo consumidor tem o sagrado direito de ter a percepção correta e transparente do valor cobrado pelos fabricantes e comerciantes em seus produtos. VEJAM O ABSURDO

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

BURGUESIA

A burguesia
A burguesia originou-se dos chamados “burgos” medievais e ascendeu
como uma classe social de destaque com o advento do Renascimento
Urbano, formada, sobretudo, por comerciantes.
Os burgueses organizavam-se em associações ou guildas. Já os artesãos,
outra classe predominante na Era Moderna, se estabeleciam nas chamadas
corporações de ofício.

FONTE: CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA DA UNIMES (2010)

MERCANTILISMO

As conseqüências do mercantilismo para a Europa foram
o desenvolvimento do Estado Moderno absolutista através
da geração de riquezas e a expansão colonial.. Cada país
mercantilista passou a ter então uma área de atuação com mercado consumidor
e fornecedor de matérias primas que era a função das colônias.
Os principais defensores do mercantilismo, como Thomas
Mun (1571-1641) na Grã-Bretanha ou Jean-Baptiste Colbert
(1619 -1683) na França nunca empregaram esse termo. Sua
divulgação coube a Adam Smith, autor da Riqueza das Nações — obra
fundante da economia política — e um dos maiores críticos da política
mercantista.

FONTE: LICENCIATURA EM HISTÓRIA DA UNIMES (2010)

GLOBALIZAÇÃO

Depoimento 1:
A globalização está multiplicando a riqueza e desencadeando forças produtivas numa escala sem precedentes. Tornou universais valores como a democracia e a liberdade. Envolve diversos processos simultâneos: a difusão internacional da notícia, redes como a Internet, informações sobre meio ambiente e direitos humanos e a imigração econômica global.
Fernando Henrique Cardoso


Depoimento 2:
(...) Quando a globalização é usada para melhorar a vida das pessoas, descobrindo um remédio, por exemplo, ela é positiva. Mas a tendência é de que se desconsidere o ser humano, aumentando o desemprego.
Vicente Paulo da Silva (sindicalista)


Depoimento 3:
(...) Se o brasileiro não tem preço competitivo, pede para uma empresa da Índia. Mas, ao mesmo tempo em que traz riscos, a globalização cria oportunidades. A única barreira que fica entre países e empresas é a da competência.
Sérgio Abranches (cientista político)


Depoimentos retirados da Revista Veja. São Paulo, 3 abr. 1996. p. 82, 84, 87-9

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

ARTE DE HACER FORTUNA

El arte de hacer fortuna

21.08.2010 | Eduardo Constantini, empresario fanático del deporte, cuenta cómo hizo su primer millón en un «país inconsistente»


quarta-feira, 22 de setembro de 2010

SHOPPING

FONTE DA INFORMAÇÃO ABAIXO:
http://iguatemi.infoinvest.com.br/static/ptb/mercado_sc_brasil.asp?menu_secao=menu_companhia


No Brasil, o primeiro shopping center inaugurado foi o Iguatemi São Paulo, em 1966. Na década de 70, sete novos empreendimentos foram iniciados, mas foi na década de 90 em que se construiu o maior número de shopping centers.

Em meados da década de 90, observou-se uma onda de crescimento, impulsionado por fatores específicos como

* sucesso de alguns empreendimentos realizados na década de 80;

* a estabilidade econômica oriunda do plano econômico que implementou o Real, a partir de 1994; e

* o aumento da carteira de fundos de pensão que, como conseqüência, aumentou seus investimentos em shopping centers, contribuindo significativamente para o desenvolvimento de novos empreendimentos.








Impulsionado pelos fatores acima, o número de empreendimentos cresceu de forma acentuada até meados de 2000, quando o setor atingiu a marca de 230 unidades. No entanto, a partir deste período, o número de inaugurações começou a diminuir, ancorado principalmente pela escassez de recursos e formas de financiamento. Ao mesmo tempo, observou-se que o interesse dos fundos de pensão por novas construções reduziu-se substancialmente, dada a regulamentação vigente, cada vez mais restritiva quanto ao enquadramento de investimentos imobiliários como percentual de suas carteiras totais.

Segundo dados da ABRASCE, o cenário atual do setor é caracterizado muito mais pela consolidação dos empreendimentos já existentes do que pela acelerada expansão da base instalada, observada na década de 90.




domingo, 11 de julho de 2010

INTRODUÇÃO A ECONOMIA

ProfRubensRamos | 13 de agosto de 2009
Aula introdutiória. Apresenta os dois temas principais da economia (escassez e eficiência), a divisão básica da economia em microeconomia e macroeconomia, a questão da decisões econômicas (eficiência alocativa e eficiência distribuitiva) e a idéia de fronteira de possibilidade de produção.