Recebi um e-mail que trazia a seguinte informação:
Outro dia, entrei num supermercado para comprar oréganoe adquiri uma embalagem (saquinho) do produto, contendo3 g, ao preço de R$ 1,99. Normalmente esse tipo de produto é vendido nos supermercados em embalagens que variam de 3 g a 10 g . Cheguei em casa e resolvi fazer os cálculos e constatei que estava pagando R$ 663,33 pelo kgdo produto. Será que uma especiaria vale tudo isso ? Agora, com mais este exemplo abaixo de produtos vendidos em pequenas porções, fico com a sensação que as indústrias se utilizam "espertamente" desse procedimento para desorientar o consumidor, que perde totalmente a percepção real do valor que está pagando pelos produtos. Acho que todos os fabricantes e comerciantes, deveriam ser obrigados por lei (mais uma?) a estamparem em locais visíveis, os valores em kg, em metro, em litro e etc. de todas e quaisquer mercadorias com embalagens inferiores aos seus padrões de referências. Entendo que todo consumidor tem o sagrado direito de ter a percepção correta e transparente do valor cobrado pelos fabricantes e comerciantes em seus produtos. VEJAM O ABSURDO
The economy has profound respect for human life. When men began to negotiate with each other and maintain trade relation with peers, going to assign values to things, objects, goods and labor power, humanity has known the notion of wealth and so called economy. Economics are concepts of values that govern life in society. (By Administrator Valdemir Mota de Menezes)
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
BURGUESIA
A burguesia
A burguesia originou-se dos chamados “burgos” medievais e ascendeu
como uma classe social de destaque com o advento do Renascimento
Urbano, formada, sobretudo, por comerciantes.
Os burgueses organizavam-se em associações ou guildas. Já os artesãos,
outra classe predominante na Era Moderna, se estabeleciam nas chamadas
corporações de ofício.
FONTE: CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA DA UNIMES (2010)
A burguesia originou-se dos chamados “burgos” medievais e ascendeu
como uma classe social de destaque com o advento do Renascimento
Urbano, formada, sobretudo, por comerciantes.
Os burgueses organizavam-se em associações ou guildas. Já os artesãos,
outra classe predominante na Era Moderna, se estabeleciam nas chamadas
corporações de ofício.
FONTE: CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA DA UNIMES (2010)
MERCANTILISMO
As conseqüências do mercantilismo para a Europa foram
o desenvolvimento do Estado Moderno absolutista através
da geração de riquezas e a expansão colonial.. Cada país
mercantilista passou a ter então uma área de atuação com mercado consumidor
e fornecedor de matérias primas que era a função das colônias.
Os principais defensores do mercantilismo, como Thomas
Mun (1571-1641) na Grã-Bretanha ou Jean-Baptiste Colbert
(1619 -1683) na França nunca empregaram esse termo. Sua
divulgação coube a Adam Smith, autor da Riqueza das Nações — obra
fundante da economia política — e um dos maiores críticos da política
mercantista.
FONTE: LICENCIATURA EM HISTÓRIA DA UNIMES (2010)
o desenvolvimento do Estado Moderno absolutista através
da geração de riquezas e a expansão colonial.. Cada país
mercantilista passou a ter então uma área de atuação com mercado consumidor
e fornecedor de matérias primas que era a função das colônias.
Os principais defensores do mercantilismo, como Thomas
Mun (1571-1641) na Grã-Bretanha ou Jean-Baptiste Colbert
(1619 -1683) na França nunca empregaram esse termo. Sua
divulgação coube a Adam Smith, autor da Riqueza das Nações — obra
fundante da economia política — e um dos maiores críticos da política
mercantista.
FONTE: LICENCIATURA EM HISTÓRIA DA UNIMES (2010)
GLOBALIZAÇÃO
Depoimento 1:
A globalização está multiplicando a riqueza e desencadeando forças produtivas numa escala sem precedentes. Tornou universais valores como a democracia e a liberdade. Envolve diversos processos simultâneos: a difusão internacional da notícia, redes como a Internet, informações sobre meio ambiente e direitos humanos e a imigração econômica global.
Fernando Henrique Cardoso
Depoimento 2:
(...) Quando a globalização é usada para melhorar a vida das pessoas, descobrindo um remédio, por exemplo, ela é positiva. Mas a tendência é de que se desconsidere o ser humano, aumentando o desemprego.
Vicente Paulo da Silva (sindicalista)
Depoimento 3:
(...) Se o brasileiro não tem preço competitivo, pede para uma empresa da Índia. Mas, ao mesmo tempo em que traz riscos, a globalização cria oportunidades. A única barreira que fica entre países e empresas é a da competência.
Sérgio Abranches (cientista político)
Depoimentos retirados da Revista Veja. São Paulo, 3 abr. 1996. p. 82, 84, 87-9
A globalização está multiplicando a riqueza e desencadeando forças produtivas numa escala sem precedentes. Tornou universais valores como a democracia e a liberdade. Envolve diversos processos simultâneos: a difusão internacional da notícia, redes como a Internet, informações sobre meio ambiente e direitos humanos e a imigração econômica global.
Fernando Henrique Cardoso
Depoimento 2:
(...) Quando a globalização é usada para melhorar a vida das pessoas, descobrindo um remédio, por exemplo, ela é positiva. Mas a tendência é de que se desconsidere o ser humano, aumentando o desemprego.
Vicente Paulo da Silva (sindicalista)
Depoimento 3:
(...) Se o brasileiro não tem preço competitivo, pede para uma empresa da Índia. Mas, ao mesmo tempo em que traz riscos, a globalização cria oportunidades. A única barreira que fica entre países e empresas é a da competência.
Sérgio Abranches (cientista político)
Depoimentos retirados da Revista Veja. São Paulo, 3 abr. 1996. p. 82, 84, 87-9
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
ARTE DE HACER FORTUNA
El arte de hacer fortuna
21.08.2010 | Eduardo Constantini, empresario fanático del deporte, cuenta cómo hizo su primer millón en un «país inconsistente»
21.08.2010 | Eduardo Constantini, empresario fanático del deporte, cuenta cómo hizo su primer millón en un «país inconsistente»
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
SHOPPING
FONTE DA INFORMAÇÃO ABAIXO:
http://iguatemi.infoinvest.com.br/static/ptb/mercado_sc_brasil.asp?menu_secao=menu_companhia
No Brasil, o primeiro shopping center inaugurado foi o Iguatemi São Paulo, em 1966. Na década de 70, sete novos empreendimentos foram iniciados, mas foi na década de 90 em que se construiu o maior número de shopping centers.
Em meados da década de 90, observou-se uma onda de crescimento, impulsionado por fatores específicos como
* sucesso de alguns empreendimentos realizados na década de 80;
* a estabilidade econômica oriunda do plano econômico que implementou o Real, a partir de 1994; e
* o aumento da carteira de fundos de pensão que, como conseqüência, aumentou seus investimentos em shopping centers, contribuindo significativamente para o desenvolvimento de novos empreendimentos.
Impulsionado pelos fatores acima, o número de empreendimentos cresceu de forma acentuada até meados de 2000, quando o setor atingiu a marca de 230 unidades. No entanto, a partir deste período, o número de inaugurações começou a diminuir, ancorado principalmente pela escassez de recursos e formas de financiamento. Ao mesmo tempo, observou-se que o interesse dos fundos de pensão por novas construções reduziu-se substancialmente, dada a regulamentação vigente, cada vez mais restritiva quanto ao enquadramento de investimentos imobiliários como percentual de suas carteiras totais.
Segundo dados da ABRASCE, o cenário atual do setor é caracterizado muito mais pela consolidação dos empreendimentos já existentes do que pela acelerada expansão da base instalada, observada na década de 90.
http://iguatemi.infoinvest.com.br/static/ptb/mercado_sc_brasil.asp?menu_secao=menu_companhia
No Brasil, o primeiro shopping center inaugurado foi o Iguatemi São Paulo, em 1966. Na década de 70, sete novos empreendimentos foram iniciados, mas foi na década de 90 em que se construiu o maior número de shopping centers.
Em meados da década de 90, observou-se uma onda de crescimento, impulsionado por fatores específicos como
* sucesso de alguns empreendimentos realizados na década de 80;
* a estabilidade econômica oriunda do plano econômico que implementou o Real, a partir de 1994; e
* o aumento da carteira de fundos de pensão que, como conseqüência, aumentou seus investimentos em shopping centers, contribuindo significativamente para o desenvolvimento de novos empreendimentos.
Impulsionado pelos fatores acima, o número de empreendimentos cresceu de forma acentuada até meados de 2000, quando o setor atingiu a marca de 230 unidades. No entanto, a partir deste período, o número de inaugurações começou a diminuir, ancorado principalmente pela escassez de recursos e formas de financiamento. Ao mesmo tempo, observou-se que o interesse dos fundos de pensão por novas construções reduziu-se substancialmente, dada a regulamentação vigente, cada vez mais restritiva quanto ao enquadramento de investimentos imobiliários como percentual de suas carteiras totais.
Segundo dados da ABRASCE, o cenário atual do setor é caracterizado muito mais pela consolidação dos empreendimentos já existentes do que pela acelerada expansão da base instalada, observada na década de 90.
domingo, 11 de julho de 2010
INTRODUÇÃO A ECONOMIA
ProfRubensRamos | 13 de agosto de 2009
Aula introdutiória. Apresenta os dois temas principais da economia (escassez e eficiência), a divisão básica da economia em microeconomia e macroeconomia, a questão da decisões econômicas (eficiência alocativa e eficiência distribuitiva) e a idéia de fronteira de possibilidade de produção.
Aula introdutiória. Apresenta os dois temas principais da economia (escassez e eficiência), a divisão básica da economia em microeconomia e macroeconomia, a questão da decisões econômicas (eficiência alocativa e eficiência distribuitiva) e a idéia de fronteira de possibilidade de produção.
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